terça-feira, 27 de novembro de 2007

Aborto legal, um mal necessário

Por Fabiana Petrini
A polêmica discussão sobre a legalização do aborto exige uma análise sob vários aspectos: éticos, morais, científicos, jurídicos, teológicos e sobretudo aspectos políticos e econômicos. Segundo o governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB), "a questão da interrupção da gravidez tem tudo a ver com a violência pública." Cabral defende a legalização do aborto como forma de conter a violência no Rio de Janeiro. O problema da legalização da interrupção voluntária da gravidez se insere num contexto bem mais amplo que a simples discussão desses aspectos.

Que o início da vida começa na concepção é fato, essa questão é indiscutível pelos defensores da vida, pela ciência e até mesmo pelos que defendem a legalização do aborto. O Brasil tem se destacado por ser uma região onde existem as maiores restrições à interrupção da gravidez.

O governador fluminense destacou em entrevista ao site G1, a questão financeira onde no caso de uma menina de classe média que queira interromper a gravidez terá dinheiro e estrutura familiar para procurar uma clínica adequada, mesmo que seja ilegal. "Agora, a filha do favelado vai levar para onde, se o Miguel Couto não atende? Se o Rocha Faria não atende? Aí, tenta desesperadamente uma interrupção, o que provoca situação gravíssima" , afirmou Cabral. As leis punitivas acabam levando as mulheres à clandestinidade, a realizar abortos em condições precárias tendo como resultado complicações que se transformam em graves problemas na saúde pública.

O aborto provoca uma em cada oito mortes maternas e o acesso a serviços de aborto seguro poderiam evitar entre 20 e 25% do meio milhão de mortes maternas que ocorrem todos os anos nos países em desenvolvimento. Segundo o Ministério da Saúde, em média 250 mil mulheres são internadas anualmente com complicações decorrentes de abortos clandestinos.

A ilegalidade é responsável pelos altos gastos, por parte dos serviços de saúde pública, no atendimento às mulheres com doenças e seqüelas provenientes de aborto mal feito. Encontramos nesses casos, principalmente, as mulheres de baixo poder aquisitivo, cuja situação financeira não permite acesso a um atendimento adequado, submetendo-se a auto-abortos ou as clínicas clandestinas com pessoas não treinadas.

Legalizar o aborto não significa ser a favor dele. As pessoas são educadas desde crianças com determinados costumes e conceitos, então se alguém de repente é a favor e decide abortar ela está fazendo em sã consciência, o que se deve fazer é esclarecer que, para muitos na sociedade o aborto não é aceito, não é correto, cristão, o que for.

A sanção negativa vai continuar, e muitas mulheres mesmo com a legalização serão contra o aborto, pois a maioria das pessoas não aceitam a interrupção voluntária da gravidez. Uma pessoa que não aborta, não aborta de forma alguma. Mas no caso de uma pessoa que tenha coragem de abortar, ela irá fazer de qualquer jeito, sendo legalizado ou não. A falta de informação é o principal motivo que leva a maioria dos brasileiros a se posicionar contra o aborto. O que deve ser feito é uma grande divulgação com informações, esclarecendo as conseqüências do aborto, desta forma cada uma estará ciente dos resultados que poderão ter, e saberão definir o melhor para seu próprio caso, porém por meios legais, correndo menos riscos.

Nada é dito às mulheres sobre os muitos efeitos prejudiciais da interrupção da gravidez. O aborto não é seguro. Existem inúmeros fatores de risco psicológico que devem ser investigados antes deste procedimento e normalmente não são feitos.

Mulheres que fizeram aborto têm duas vezes mais probabilidade de aborto espontâneo se ficarem grávidas novamente. Outra complicação é a gravidez ectópica (gravidez extra-uterina, fora do útero), uma situação de risco de vida na qual, por causa do tecido fibroso no ventre devido à raspagem do aborto, um óvulo fertilizado é impedido de entrar no útero e assim começa a crescer no tubo falopiano e por fim o rompe. Muitas outras complicações físicas podem surgir.

É necessário mais informação, mais educação para que as pessoas se posicionem melhor sobre isso. A consciência, deve ser trabalhada de forma que a legalização seja feita com tranqüilidade e que isso não seja usado para qualquer caso. Quando me coloco a favor da legalização, penso em casos sérios, situações de riscos, condições precárias, violação, estupro, abuso e não usar o aborto como método contraceptivo, ou abortar covardemente por ter ocorrido um descuido ou relaxamento , nesses casos não existe o mínimo de explicação se é que existem explicações diante de uma situação tão delicada.

O aborto pode ser legalizado, trazendo segurança na decisão de um ato tão complicado e covarde, mas a não aceitação do aborto pode prevalecer.

Coração que bate

Por: FrancielleZanon


Sou mãe faz cinco meses. Dei a luz a uma criança linda chamada Valentina. Quando descobri que estava grávida, a minha vida ganhou um novo significado. Pensando bem, sou mãe há mais de um ano. Porque quando senti que dentro da minha barriga crescia um ser, eu sabia que já era mãe. Na ultra-sonografia com apenas sete semanas de gestação, eu ouvi o coração dela batendo acelerado. Aquele era o som mais lindo do universo. Dentro de mim acontecia o início de uma nova vida.

Quando li que um bebê foi encontrado boiando na lagoa da Pampulha em Minas Gerais, no dia 28 de janeiro deste ano por pessoas que estavam na orla, logo me deu uma raiva. A mãe da bebê disse que por medo de não saber como cuidar dela adequadamente, abandonou o recém nascido a própria sorte.

Melhor seria se tivesse feito um aborto. Pensando bem, não. O bebê da lagoa foi salvo pelas pessoas da orla, enquanto um bebe abortado não tem chance alguma.

O aborto é a morte de um menino ou menina no ventre de sua mãe produzida durante qualquer momento da etapa da gravidez, que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento.

Os defensores do aborto procuraram cobrir sua natureza criminal mediante terminologia confusa ou evasiva, ocultando o assassinato com jargão como "interrupção da gravidez" ou sob conceitos como "direito de decidir" ou "direito à saúde reprodutiva". Nenhum destes artifícios da linguagem, entretanto, podem ocultar o fato de que o aborto é um infanticídio.

Se você tem dúvida que um bebê na barriga da mãe é um ser humano, tome coragem e de uma espiada nesse link.

http://www.priestsforlife.org/resources/abortionimages/fetaldevelopment.htm

São fotos chocantes de bebês abortados pelo método da sucção. Dá para ver as pernas, os braços e um monte de carne amontoada. Uma carne que era vida e que alguém por puro egoísmo ousou matar. Quando acontece o milagre da vida dentro de alguém, ninguém tem o direito de impedir o nascimento.Aliás, esse é um momento inesquecível na vida de qualquer mulher.

Coração que bate

Por: FrancielleZanon


Sou mãe faz cinco meses. Dei a luz a uma criança linda chamada Valentina. Quando descobri que estava grávida, a minha vida ganhou um novo significado. Pensando bem, sou mãe há mais de um ano. Porque quando senti que dentro da minha barriga crescia um ser, eu sabia que já era mãe. Na ultra-sonografia com apenas sete semanas de gestação, eu ouvi o coração dela batendo acelerado. Aquele era o som mais lindo do universo. Dentro de mim acontecia o início de uma nova vida.

Quando li que um bebê foi encontrado boiando na lagoa da Pampulha em Minas Gerais, no dia 28 de janeiro deste ano por pessoas que estavam na orla, logo me deu uma raiva. A mãe da bebê disse que por medo de não saber como cuidar dela adequadamente, abandonou o recém nascido a própria sorte.

Melhor seria se tivesse feito um aborto. Pensando bem, não. O bebê da lagoa foi salvo pelas pessoas da orla, enquanto um bebe abortado não tem chance alguma.

O aborto é a morte de um menino ou menina no ventre de sua mãe produzida durante qualquer momento da etapa da gravidez, que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento.

Os defensores do aborto procuraram cobrir sua natureza criminal mediante terminologia confusa ou evasiva, ocultando o assassinato com jargão como "interrupção da gravidez" ou sob conceitos como "direito de decidir" ou "direito à saúde reprodutiva". Nenhum destes artifícios da linguagem, entretanto, podem ocultar o fato de que o aborto é um infanticídio.

Se você tem dúvida que um bebê na barriga da mãe é um ser humano, tome coragem e de uma espiada nesse link.

http://www.priestsforlife.org/resources/abortionimages/fetaldevelopment.htm

São fotos chocantes de bebês abortados pelo método da sucção. Dá para ver as pernas, os braços e um monte de carne amontoada. Uma carne que era vida e que alguém por puro egoísmo ousou matar. Quando acontece o milagre da vida dentro de alguém, ninguém tem o direito de impedir o nascimento.Aliás, esse é um momento inesquecível na vida de qualqur mulher.

Aborto- Direito ou Dever ?

Por César Calian

Há culturas que admitem que a vida começa quando a criança nasce, para a Igreja, por exemplo, o momento em que se inicia a vida é na fecundação do espermatozóide no óvulo.

A Igreja, inclusive, contribui para reacender o debate a respeito do aborto,com a eleição de Bento 16 para a sucessão de João Paulo II. Em uma de suas primeiras declarações a frente da Igreja Católica, ele deixou claro a posição conservadora da instituição, colocando-se contra qualquer prática abortiva.

No Brasil o aborto só é permitido quando a gravidez é resultado de violência sexual ou se não houver um outro meio de salvar a vida da gestante.

Se o abortamento é uma discussão delicada para a sociedade, ela é ainda mais séria para o médico envolvido diretamente com o assunto.


Em geral não se sentem a vontade para realizar o aborto por questões ideológicas, religiosas, ou mesmo pessoais Apesar de ter o direito de não realizar o aborto se isso for contra suas convicções pessoais (delegando a responsabilidade a outro profissional), cabe ao médico obedecer às situações legais do País.

Aborto- Direito ou Dever ?


Por César Calian

Há culturas que admitem que a vida começa quando a criança nasce, para a Igreja, por exemplo, o momento em que se inicia a vida é na fecundação do espermatozóide no óvulo.

A Igreja, inclusive, contribui para reacender o debate a respeito do aborto, com a eleição de Bento 16 para a sucessão de João Paulo II. Em uma de suas primeiras declarações a frente da Igreja Católica, ele deixou claro a posição conservadora da instituição, colocando-se contra qualquer prática abortiva.

No Brasil o aborto só é permitido quando a gravidez é resultado de violência sexual ou se não houver um outro meio de salvar a vida da gestante.

Se o abortamento é uma discussão delicada para a sociedade, ela é ainda mais séria para o médico, envolvido diretamente com o assunto.
Em geral não se sentem a vontade para realizar o aborto por questões ideológicas, religiosas, ou mesmo pessoais Apesar de ter o direito de não realizar o aborto se isso for contra suas convicções pessoais (delegando a responsabilidade a outro profissional), cabe ao médico obedecer às situações legais do País.

Aborto: uma covardia contra a vida

Por: Muryel Lindner

O aborto é um ato de covardia, que pessoas desesperadas, ou talvez despreparadas cometem sem pensar nas conseqüências que realmente isso causará. Pois a maioria das jovens e adolescentes que praticam o aborto, pensam apenas que uma gravidez inesperada poderia estragar suas vidas, atrapalhar seus planos para o futuro, mas esquecem de analisar que é uma vida que esta em jogo. Uma vida que já existe, e não merece passar por esse sofrimento.

Sou contra o aborto, pois acho que hoje em dia, já existem muitos meios para se prevenir uma gravidez indesejada. Acho que o Governo deveria dar uma atenção maior à população carente, que infelizmente, a maior parte, ainda desconhece algumas precauções que podem ser tomadas contra a gravidez, e até mesmo na prevenção de doenças contagiosas.

Acho que a questão do aborto vai muito além, pois muitas meninas e até mesmo mulheres que fazem aborto, além de impedirem a gestação de uma criança, colocam suas próprias vidas em risco, se submetendo a qualquer tipo de “medicamento”, em clínicas clandestinas, ou então tomando remédios ou chás, de pessoas sem nenhum tipo de conhecimento sobre medicina.

O aborto é crime e deve ser penalizado. Milhares de pessoas fazem aborto por ano no Brasil e no mundo, e já está na hora de acabar. Para isso, as pessoas devem se conscientizar do perigo e do absurdo que é o aborto na vida de qualquer ser humano.

Aborto: uma covardia contra a vida

Por: Muryel Lindner

O aborto é um ato de covardia, que pessoas desesperadas, ou talvez despreparadas cometem sem pensar nas conseqüências que realmente isso causará. Pois a maioria das jovens e adolescentes que praticam o aborto, pensam apenas que uma gravidez inesperada poderia estragar suas vidas, atrapalhar seus planos para o futuro, mas esquecem de analisar que é uma vida que esta em jogo. Uma vida que já existe, e não merece passar por esse sofrimento.

Sou contra o aborto, pois acho que hoje em dia, já existem muitos meios para se prevenir uma gravidez indesejada. Acho que o Governo deveria dar uma atenção maior à população carente, que infelizmente, a maior parte, ainda desconhece algumas precauções que podem ser tomadas contra a gravidez, e até mesmo na prevenção de doenças contagiosas.

Acho que a questão do aborto vai muito além, pois muitas meninas e até mesmo mulheres que fazem aborto, além de impedirem a gestação de uma criança, colocam suas próprias vidas em risco, se submetendo a qualquer tipo de “medicamento”, em clínicas clandestinas, ou então tomando remédios ou chás, de pessoas sem nenhum tipo de conhecimento sobre medicina.

O aborto é crime e deve ser penalizado. Milhares de pessoas fazem aborto por ano no Brasil e no mundo, e já está na hora de acabar. Para isso, as pessoas devem se conscientizar do perigo e do absurdo que é o aborto na vida de qualquer ser humano.

Quanto vale uma vida?

Por Renata Oliveira

O que deve passar na cabeça de uma mulher que engravida antes da hora? Uma gravidez não planejada com certeza enlouquece a vida de qualquer um. “Vou tirar a criança!”. É lógico, é muito mais prático pensar assim, resolve o problema de uma vez só. Mas será que vale a pena sacrificar um bebê para continuar curtindo a vida por alguns anos? É claro que não!

Na minha opinião aborto é crime sim, mas não só isso. É coisa de gente burra, que não pensa. Não pensa antes de fazer o filho, não pensa na própria vida e não pensa – muito menos – na criança que nasceria. Bom, não é o mais certo sair julgando por aí, até porque tenho algumas amigas que abortaram. Antes de fazer isso, elas pensaram no futuro, nos estudos e alegaram que o filho seria infeliz por ter vindo na hora errada. Mas mesmo com todos esses argumentos não lhes dou razão.

Mas nos casos de gravidez de risco – para a mãe ou para o filho –, estupro, entre outros problemas que possam interferir na saúde de ambos, não sou tão radical. Nessas situações sugiro o aborto sim, mas feito da devida maneira, com acompanhamento e autorização médica. Não admito mulheres se submetendo a certas casas clandestinas, sem higiene e estrutura nenhuma.

Esse é um tema que gera polêmica tanto na política como na religião.
O Papa é categórico, totalmente contra. E na última Conferência Nacional de Saúde a proposta de descriminalização do aborto no Brasil foi rejeitada. Que bom, mas se algum dia o governo mudar de idéia e legalizar o ato, para mim não importa, eu serei sempre contra.

Aborto aborte essa idéia

Por: Marcelo Dornelas

Muitos depoimentos de mulheres que já abortaram são comoventes e dolorosos pelo abalo psicológico levara ao longo de sua vida. Para a estudante Carla Vitorio não foi diferente. Hoje com trinta anos relembra o dia de seu aborto, acontecido há dez anos, e não esquece a situação de dor (física e sobre tudo psicológica) que o ato do aborto lhe causou. E o pior castigo para o aborto é a lembrança, que Carla relata como morte da alma com muito medo em sua solidão.

No Brasil há uma estimativa de que por ano de são realizados 1 milhão abortos, causando de 180 a 360 mortes, responsável pela terceira causa morte de gestantes, segundo a ex-coordenadora de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde Maria José Araújo. Em Relatório da Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF, na sigla em inglês) divulgada que se estima neste ano, no mundo, 19 milhões de abortos clandestinos, provocando a morte de 70 mil mulheres, além de deixar seqüelas em milhares de outras.

Existe, hoje, uma tentativa de se legalizar o aborto no Brasil, mas a Igreja Católica é a principal barreira para aprovação do projeto, visto que o Brasil tem aproximadamente 80% de que se declaram católicos, e entre aspas seguem a doutrina designada por ela. A força da Igreja ainda é muito influente nas decisões de nosso Congresso Nacional. Nas outras religiões encontramos uma divisão em prós e contras ao aborto, dependendo da situação e da doutrina. Os católicos são extremante contra, ou melhor, a cúpula da Igreja, que governa o Estado do Vaticano, e que decide as normas e doutrina.

O aborto pode ser visto de diversas maneiras: a primeira como problema de saúde pública, pois oneram os cofres com as despesas decorrentes. Ou como um problema social, pois a classe média tem condição de pagar um médico e equipamentos para fazer tal ato, e também os psicólogos. Enquanto a classe pobre morre em açougues clandestinos e quando sobrevivem ficam estigmatizadas para sempre. Pode ser um problema religioso, quando a Igreja prega contra a camisinha que além de evitar a gravidez, também, evita as doenças sexualmente transmitidas.

A verdade que o aborto é acima de tudo um problema da humanidade. Quantas pessoas ainda devem morrer (mães e crianças) para que realmente se pense realmente no ser humano. Uma tentativa que vem melhorando as perspectivas de diminuição de abortos é a educação, através de um bom planejamento familiar. Onde a mulher realmente encontre mecanismos que lhe ajude a conhecer seu corpo e maneiras de evitar uma gravidez indesejada. Mas ainda é um esforço muito pequeno para acabar com esse mal que assola não só o Brasil, mas sim o Planeta.

sábado, 24 de novembro de 2007

Abortando essa idéia!!!

Por: Paula Tasca

Legalizar ou não? Essa tem sido a pergunta de milhares de brasileiros em relação ao aborto. O procedimento realizado em clínicas ilegais acarreta vários riscos às mulheres que não tem condições de pagar um lugar decente para que a interrupção de sua gravidez seja feita de maneira profissional e limpa.

Os métodos abortivos realizados por clínicas não-legalizadas são os mais desumanos possíveis, causando muito dor ao feto e à mãe. As mulheres que se submetem a esse tipo de intervenção sempre apresentam desculpas como: “não tenho dinheiro para manter essa criança”, “o pai da criança me abandonou e eu não tenho como criá-la sozinha”, “é uma gravidez indesejada”.

Muitas desculpas e muita falta de responsabilidade. Mulheres Assassinas. Sem respeito algum à vida e que merecem sofrer algum tipo de sanção penal para que se conscientize de que o ato de evitar um filho está no momento anterior ao sexo e não após ele.

Eu sou fruto de uma tentativa mal-sucedida de aborto. Quando minha mãe descobriu que estava grávida de mim, meu irmão estava com oito meses, e ela fez tudo o que pode (como pular, tomar alguns chás) para que as regras descessem. Mas eu nasci e me posiciono contra esse método anti-vida que é o aborto!

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Liberdade ameaçada

Por Fabiana Petrini
Os blogs podem entrar em extinção. Foi aprovado este mês na Itália pelo Conselho de Ministros do país um projeto de lei que prevê o registro obrigatório de todos os blogueiros, que passarão a pagar impostos e ganharão certificados.

Liberdade?? Será que ainda temos? Que existem regras e estas devem ser respeitadas eu concordo, que tudo tem limites também acho corretíssimo, o problema é que as chances dos não jornalistas colocarem a boca no trombone para expressar suas opiniões, revoltas, agradecimentos, estão se extinguindo definitivamente.

O pouco que ainda restava, não resta mais, um dos únicos que ainda temos, está prestes a ser regulados por autoridades, será que conseguiremos expressar nossas opiniões? Escrever ao mundo virtual nossas revoltas e desabafos? De acordo com a nova lei não, muito além do fato de pagar por um espaço para expressarmos nossas opiniões, seremos regulados por autoridades que escolherão o que podemos ou não pensar e expressar. Se a nova lei for aprovada a liberdade de expressão na internet está com dias contados.

Lula nega 3º mandato

Por Fabiana Petrini
O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que sempre foi contra a reeleição e que a suspeita de um 3º mandato é absurda. “Se o Congresso Nacional quiser fazer a reforma política, todo mundo conhece minha tese, sou favorável a um mandato maior do que quatro anos, sem reeleição" declarou Lula, em reportagem publicada pelo site Globo.com .

Os rumores sobre a possível reeleição de Lula, têm gerado muita polêmica na opinião pública. A suspeita de um 3º mandato partiu do cientista político Leôncio Martins Rodrigues e de deputados da oposição, após uma análise sobre as verdadeiras intenções do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A oposição acredita que o sucesso do PAC poderia criar condições políticas para a possível alteração na Constituição e assim tornar legal o 3º mandato.

O Brasil é um país democrático, e deve continuar assim.
Muito diferente da Colômbia e da Venezuela, que têm no poder os presidentes Hugo Chávez e Álvaro Uribe eternizando seus mandatos. Concordo quando Lula diz “que a alternância de poder é a melhor coisa para a democracia. O povo vai votando, vai acertando, vai errando, vamos construindo um Brasil cada vez mais sólido, democrático e justo”. O Problema é que ainda não acertamos, precisamos tentar acertar e nao deixar as coisas erradas como estão.

Aprovarmos um 3º mandato para um presidente seria perssistir num erro absusrdo. Sou contra a tentativa de se manter no poder a qualquer custo, acredito que seja uma afronta à democracia e uma forma de ditadura disfarçada.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Um dois três Lula outra vez

Por onde andam os caras-pintadas?
Por: Marcelo Dornelas

Em sua campanha à presidência em 2002, o então candidato Luís Inácio Lula da Silva, prometeu a criação de dez mil empregos. Venceu e não cumpriu. Depois na briga pela reeleição prometeu o espetáculo do crescimento, e novamente não cumpriu. Agora, vem a tentativa de se emplacar um terceiro mandato! Será que o povo brasileiro passará por uma ditadura institucional. Para esse novo mandato será necessária uma reforma na constituição, cadê a oposição?

O Brasil está querendo seguir o exemplo dos vizinhos Colômbia e Venezuela. Lá os presidentes Hugo Chávez e Álvaro Uribe estão se eternizando no poder com mãos de ferro, e uma dose de conivência da população. Uma América subserviente que viveu em meio às ditaduras e aos coronéis que sempre mandaram nos países. Será uma afronta à democracia tentar instituir mais um mandato ao Lula. Com isso estará se assegurando ao PT concretizar seu plano de continuidade no poder, pois o partido não tem hoje um candidato que se encaixe no “biótipo” de um presidente. Logo o terceiro mandato seria a solução para todos os riscos de não perpetuar esse projeto.
Um dos principais responsável essa tentativa de se cogitar mais esse mandato do Lula é a falta de oposição no país e um aparelhamento do Estado. Passamos por um problema muito sério a oposição que temos hoje sempre foi governo, logo não aprenderam a se opor aos mandos e desmandos do governo. Quem era crítico do governo no primeiro mandato como Roberto Mangabeira Unger, agora, faz parte do governo nefasto que coopta a oposição para debaixo de “suas asas”. Esse é um exemplo do aparelhamento do Estado com distribuição de cargos públicos a amigos e a também aos inimigos, forma de calar a boca de quem poderia atrapalhar as tentativas de se governar.
Estamos entrando em uma era de tentativas de se implantar uma ditadura institucional. É um mal que se espalha pela América Latina inteira. A Colômbia tem Álvaro Uribe que de guerrilheiro a presidente governa o país como se fosse seu quintal. Na Argentina o casal Kirchner iniciam um revezamento de poder. Na Venezuela o ditador, amigo de Fidel, Hugo Chávez cala todos inimigos, imprensa, estudantes e tudo que possa atrapalhar sua tentativa de se manter eternamente no poder.

Será que o Brasil entrou nessa onda? Voltaremos as Capitanias Hereditárias e a Monarquia? Até quando se cria mecanismos de se enganar o povo? Lula de novo com a força do povo, ou com os interesses do Congresso Nacional e dos partidos? Por onde andam os caras-pintadas? Como diria o Capitão Nascimento: "Pede para sair Lula, (tapas no rosto) pede para sair logo, (mais tapas) desiste logo, desiste!"

Ao Professor Luis Claudio

Bom dia, professor Luís Claudio tudo bem?Desculpe-me por usar o blog para recados pessoais,mas hoje não poderei comparecer em sua aula no Campus Tom Jobim das 9:40,pois estou em São Paulo numa entrevista de trabalho.
Você poderia abonar minha falta de hoje?
Agradeço-lhe desde já.
César Calian

terça-feira, 6 de novembro de 2007

A Falta da Expressão da Liberdade

Por: Paula Tasca

A internet é, sem dúvida, o meio de comunicação onde se tem mais liberdade de expressar o que se pensa. Seja você um personagem famoso ou uma simples pessoa, que apenas pretende expor sua vida na internet, bem como suas idéias e opiniões. Os blogs são as ferramentas mais utilizadas por pessoas no mundo inteiro. Eles são gratuitos e qualquer pessoa, com uma noção básica de internet, é capaz de criar um blog e publicar, de fotos pessoais a idéias capazes de alcançar diversas mentes em qualquer lugar do mundo.

Porém, na Itália os blogs tem os seus dias de gratuidade contados. Um projeto de lei que prevê que todos os blogs sejam registrados e rendam impostos foi aprovado no dia 24 de outubro e põe em risco a liberdade de expressão que tanto se prega na internet.

No meu entender, desde que os meios de comunicação segmentados existem, assistir ou não ao conteúdo exibido por eles é uma questão de escolha por parte do consumidor. Principalmente na internet, onde existe um público tão segmentado, em busca de um gosto específico, mas ao mesmo tempo, um ambiente tão abstrato, onde o que existe hoje pode não existir mais amanhã.

A liberdade de expressão está sendo negada ao invés de defendida. E contra isso, deve-se fazer alguma coisa antes de a expressão da liberdade seja negada à nós, cidadãos comuns que temos direitos, os quais muitas vezes nos são negados e até mesmo ignorados.

Blogs com dias contados na Itália

Por: Muryel Lindner

Um projeto de lei aprovado recentemente na Itália, prevê que todos os blogs, passem a ter registro, ganhando certificado, e pagando impostos, mesmo que o blog não seja comercial. Opositores ao projeto dizem que, se a nova lei for aprovada, a liberdade de expressão na internet estará ameaçada no país.
Concordo plenamente com isso, e acho um absurdo quererem cobrar impostos dos blogueiros. A internet é um meio que cresce mais a cada dia, e os blogs são usados por muitos para expor seus pensamentos e opiniões. Não tem lógica cobrarem impostos para isso na internet. Isso é totalmente intolerável, e com certeza acabará com a liberdade de expressão.